Peço imensa desculpa, caros leitores (se os há), pelo atraso neste post 18. Entre ajudar nas preparações para a colónia de férias, na qual eu vou ser monitora – como acho que já mencionei, saídas semi-falhadas com amigos e dias passados a namorar, ainda tive tempo para ir ver os Eagles com o meu tio, a irmã dele e o meu darling primo M – mas estranhamente não tive tempo para aparecer por aqui. Andei um bocadinho ocupada, como qualquer (ex-)adolescente em época de férias. Há sempre coisas para fazer quando não temos de ir àquelas aulas chatas que nos ocupam tanto tempo.
Mas bem, falando do concerto desses SENHORES que são o Glenn Frey (que dedicou uma música à filha que, pelo que percebi, estava a trabalhar no catering na tour), o Don Henley – cuja voz é extraordinário, imo, o mítico Joe Walsh e Timothy B. Schmit (que pessoalmente é o meu favorito desde que descobri ontem que é ele que canta o Love will keep us alive, que me faz chorar every.single.time.), tenho-vos a dizer que, se não foram, não sabem o que perderam. Para começar, são excelentes músicos com vozes captivantes que hipnotizam o público, que, depois de os seguir durante todos os seus 5608 anos de carreira, já sabe todo o enorme reportório de cor.
However, mesmo não fazendo parte desse público – até porque nem tinha idade suficiente -, foi um concerto encantador. Sim, encantador! É mesmo essa a palavra. Não conhecia a maioria das músicas, porque o meu pai também não tinha os albums todos e ele foi o meu Obi-Wan musical durante toda a minha vida, mas não foi por isso que deixei de entrar no espírito do concerto. A música era boa, o clima era agradável e o Pavilhão Atlântico nem estava a abarrotar e permitiu ver e ouvir tudo muito bem – apesar de ter de fazer um aparte para sublinhar uma certa falta de acústica apropriada para albergar espectáculos de música.
De resto estivemos 45min na fila dentro do parque de estacionamento do centro Vasco da Gama e mais 15 minutos a perceber como nos virmos embora para casa.