Archive for category Family

081: What the hell am I doing?

Incrível como cheguei na Sexta e já tive um pseudo-’mental breakdown’ ontem.

Não sei bem o que aconteceu.

Não sei até que ponto vou conseguir viver nesta casa daqui para a frente.

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072: E assim foi

Acabou o Natal deste ano. A família ainda nada por cá, mas a pouca magia que havia já se dissipou. O Natal já não é bem Natal, não depois dos 14/15 anos. Depois disso passa a ser uma reunião de família, o que não deixa de ser bom, mas também uma grande pain in the ass, porque dura 3 dias e, às vezes, não há um computador por perto. haha.

Em matérias de prendas, de ano para ano começam a diminuir. Já nem é só que estou a ficar mais velha, a economia também ajuda. A minha mãe está sempre a falar do Natal quando eu tinha 4 anos. Tive qualquer coisa como 60 prendas. Era a menina da família. O único bébé a nascer dos dois lados (da mãe e do pai) em 8 anos. Bons tempos, bons tempos.

Este ano resumiu-se a chocolates & dinheiro. Não é que seja mau, mas prefiro coisas. Recordações. Poder dizer ‘isto foi a minha avó que me deu’. Prefiro um anel de plástico ou uma flor seca a 50€. E não estou a gozar convosco. Gosto de ter coisas que outras pessoas me dão. Sinto-me bem, sinto-me amada.

As únicas coisas que recebi para além dos ferreros, mon cherries e das notinhas, foi um LJ Cookie («3), um relógio one e um perfume DKNY. Tudo coisas que precisava, o que não é nada mau. Nada mau mesmo!

E vocês o que receberam ó gente boa?

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071: Doçura

J Gomezzz @ Flickr

Passei a tarde a fazer filhoses/fritas com a minha avó. E amanhã vão ser as rabanadas «3 e a aletria. Se há alguma coisa que me ponha em espírito natalício é a maravilhosa da minha avó e as suas sobremesas de natal! Amanhã bem que me vou regalar com as rabanadas.

E vocês? Que iguarias maravilhosas fazem no Natal?

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070: Portugal

Estou em Portugal há menos de uma semana e já quero voltar a Inglaterra. Mesmo que os amigos, o namorado, os sítios me façam falta, a vida já não parece ser igual ao que era. É aquele gostinho a diferença, a outras pessoas, a outras oportunidades, que agora não me sai da cabeça. Quero voltar lá, sair, não ter horas para comer, para voltar a casa, para poder bater com as portas. Quero ter os meus amigos do outro lado do corredor ou da rua. Quero falar com pessoas em inglês e não ser olhada de lado porque é ‘muito geek’.

Quero parar de ser julgada porque uso tacões, ou maquilhagem, ou bebo ou faço o que quer que seja. Ninguém quer saber, ninguém comenta, ninguém estranha. Quero voltar a um sítio onde ninguém sabe o que esperar de mim nem esperar que eu faça o que tipicamente faço. Não quero rotina outra vez. Acordar à mesma hora, ir aos mesmo sítios, comer a mesma comida.

Não!

Estou a dar em doida, se querem saber. Em doida com aquilo que já não vou ter mais. Pelo menos tão cedo. Que hei-de sair daqui e viver noutro sítio. Noutros sítios. Muitos diferentes! Sem rotinas, sem expectativas!

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