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046: Merlin

In a time of myth, in a land of magic, the destiny of a great kingdom rests on the shoulders of a young boy. His name? Merlin.

Merlin004Para quem não segue estas brilhantes adaptações das lendas britânicas pela BBC – como é o caso de Robin Hood – não sabe bem o que está a perder. As novas versões são …. diferentes do que seria de imaginar. Reconstroiem-nas de modo a caberem no mundo contemporâneo e nas preferências da nova audiência.

Neste caso, Merlin, Guinevere (Gwen), Morgana e Arthur – peças principais da lenda arturiana – têm, mais ou menos, a mesma idade. Esqueçam o mago de barba branca e o rei ‘urso’. Aqui são só 4 jovens à procura de respostas e a enfrentar as constantes ameaças a Camelot, tanto vindas de fora como de dentro.

Uther Pendragom, rei e pai de Artur, com o seu medo irracional – ou não – de magia lidera com um punho de ferro sobre o reino, enquanto a sua protegida, Morgana, vai tendo visões em segredo do futuro que não percebe e vai escondendo de todos, mesmo da sua aia Gwen, e Merlin, o servo de Artur, tenta esconder o seu poder ao mesmo tempo que salva o ‘once and future king‘ vezes sem conta.

Para mim parece-me um show com bastante potencial. Já vai na 2ª época e, tanto quanto sei, com bastantes audiências e apoio do público. Espero que seja algo que continue por mais uns anos. Vai ser interessante explorar as relações Lancelot/Gwen/Artur e a nova Morgana/Merlin, que parece começar a florescer em breve.

Já viste esta série, leitor? Gostavas de ver? S/N? Porquê? Se já viste, que achaste? Opinions people.

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044: Estereótipos

Estou em Inglaterra há dumas semanas. Não é muito tempo, mas já me ambientei à atmosfera do país – e não estou só a falar do tempo, que até tem estado bem agradável – e já contactei com mais ingleses do que preferiria nos meus inúmeros passeios de casa para a Universidade e da Universidade para casa, numa roda-viva para tentar arranjar equivalências de disciplinas.

Tenho o defeito de me rir sozinha e falar para o boneco, especialmente quando me rio de alguém. Felizmente, aqui, ninguém me percebe e tudo tem estado bem tranquilo. Até me dou à liberdade de mandar uma boca ou outra às meninas de mini-saia, top cabeado e cachecol, com as perninhas roxas de frio, numa qualquer noite de ventania e 10ºC.

Porque, se querem mesmo saber, os ingleses, tanto quanto vi em 14 dias, vivem dos seus estereótipos:

  • Vestem-se tão tão tão mal. Não estou a brincar: vi uma senhora negra toda vestida de amarelo fluorescente. E isso inclui-a os sapatos. Desmanchei-me a rir na rua e ninguém percebe porquê, porque estão todos tão habituados a vestirem-se com a primeira coisa que lhes vem à mão que já nem notam.
  • Chegam sempre sempre a horas. As minhas aulas começam ao minuto, às vezes até começam mais cedo um bocado. Toda a gente está na sala 2 minutos antes de começar e toda a gente se cala instantaneamente – mesmo um auditório de 150+ pessoas – quando o professor inicia a aula. E isto também se aplica aos transportes públicos. Se na paragem diz que chega às 11.12 minutos, é a essa hora que o autocarro chega.
  • Chá cura tudo. Mas também o cafézinho é essencial. Há bares em todo o lado e toda a gente anda com o seu copo de café atrás.
  • Quando está sol toda a gente sai de casa.msc72 @ Flickr Na primeira semana esteve muito sol – agora nem tanto. Anda meio enublado – então eram aos montes a passear pelos lindos campos da Uni, a apanhar sol e, basicamente, a aproveitar os dias bons enquanto duram. Parecia um dia de Verão logo. 20ºC e estava toda a gente vermelha e a transpirar. Era muito engraçado.

Claro que há coisas que não são NADA como as imaginamos. Os ingleses, ao contrário do que toda a gente me avisava sempre, são pessoas muito amistosas, que se preocupam uns com os outros. Não me senti nada excluída de nada, sendo estrangeira, e tanto alunos, como professores, como todas as pessoas que encontro pela cidade, ajudam imenso e são muito compreensivos, já que falar inglês com um nativo é muito mais stressante e eu, e muitos outros com certeza, bloqueio e nem me sei bem explicar. Aliás, eles vêm mesmo ter comigo quando eu pareço perdida ou confusa, perguntar-me se preciso de ajuda, o que, geralmente, é o caso.

Não estava nada à espera, confesso, desta atmosfera amigável e solarenga. Alguém tem mais algum estereótipo inglês que quer que eu tente decifrar se é verdade ou mentira?

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028: 10 things I hate about you

10thingsA minha nova obsessão de verão é a adaptação à televisão da história do filme 10 coisas que odeio em ti com o Heath Ledger e a Julia Stiles – uma das minhas all-time favourite actresses. Apesar do cachopo da serie não ter nem metade do charme do Heath, não deixa de ser bastante sexy com aquele vozeirão dele. A badass da Kat está interessante, se bem que acho mais piada à suposta goodie-goodie da Bianca que só quer é ser popular apesar de andar sempre com um gato de peluche atrás.

Não sei bem qual prefiro a serie ou o filme, o que é estranho acontecer. Normalmente sei logo se gosto mais de uma versão, de uma dapatação, ou do original. Especialmente quando se trata de filmes a partir de livros. E sim, a preferência vai quase sempre para o livro. Mas neste caso a adaptação é porreira e – dare I say it? – faz frente ao original.

O casting foi bom, excepto com o Patrick Verona (a personagem de Heath Ledger no filme) que parece fora de contexto já que todas as outras personagens parecem-se, mais ou menos, com o original. Mas há tempo para evoluir o rapaz e talvez se pareça mais com o Patrick do filme com o passar dos episódios.

And that’s it. Estou em pulgas para acabar de ver os últimos 2 episódios já que ainda não tive tempo. E amanhã sai um novo! Yipe? idek.

E tu? Gostas de adaptações? Gostaste do filme? Já viste a serie? Opinions people! C’mon!

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018: Eagles

Peço imensa desculpa, caros leitores (se os há), pelo atraso neste post 18. Entre ajudar nas preparações para a colónia de férias, na qual eu vou ser monitora – como acho que já mencionei, saídas semi-falhadas com amigos e dias passados a namorar, ainda tive tempo para ir ver os Eagles com o meu tio, a irmã dele e o meu darling primo M – mas estranhamente não tive tempo para aparecer por aqui. Andei um bocadinho ocupada, como qualquer (ex-)adolescente em época de férias. Há sempre coisas para fazer quando não temos  de ir àquelas aulas chatas que nos ocupam tanto tempo.Group_2_060_v04

Mas bem, falando do concerto desses SENHORES que são o Glenn Frey (que dedicou uma música à filha que, pelo que percebi, estava a trabalhar no catering na tour), o Don Henley – cuja voz é extraordinário, imo, o mítico Joe Walsh e Timothy B. Schmit (que pessoalmente é o meu favorito desde que descobri ontem que é ele que canta o Love will keep us alive, que me faz chorar every.single.time.), tenho-vos a dizer que, se não foram, não sabem o que perderam. Para começar, são excelentes músicos com vozes captivantes que hipnotizam o público, que, depois de os seguir durante todos os seus 5608 anos de carreira, já sabe todo o enorme reportório de cor.

However, mesmo não fazendo parte desse público – até porque nem tinha idade suficiente -, foi um concerto encantador. Sim, encantador! É mesmo essa a palavra. Não conhecia a maioria das músicas, porque o meu pai também não tinha os albums todos e ele foi o meu Obi-Wan musical durante toda a minha vida, mas não foi por isso que deixei de entrar no espírito do concerto. A música era boa, o clima era agradável e o Pavilhão Atlântico nem estava a abarrotar e permitiu ver e ouvir tudo muito bem – apesar de ter de fazer um aparte para sublinhar uma certa falta de acústica apropriada para albergar espectáculos de música.

De resto estivemos 45min na fila dentro do parque de estacionamento do centro Vasco da Gama e mais 15 minutos a perceber como nos virmos embora para casa.

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